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"... dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Uma solidão de artista e um ar sensato de cientista… tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna." Caio Fernando Abreu

domingo, 1 de abril de 2012

Pela noite fria de uma cidade deliciosa, que envolve com charme e ar intelectual. Onde as pessoas conversam sobre Kafka e se fascinam parafraseando aforismos de liberdade. Agradável, mista e receptiva, tem nos sorrisos o calor familiar do nordeste. É como estar em casa à quilômetros de distância... Doce e quente. É isso meu bem, Curitiba mostrou-se intensa. Um cenário para encontros. Neste momento, uma celebração da arte e da beleza.

PS.: O espetáculo foi lindo, a casa estava cheia e os olhos brilhavam validando as palmas.

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